A Internet mudou o tom.

terça-feira, 28 de julho de 2009 às 8:57 PM

[Estou postando uma pequena matéria que escrevi na faculdade sobre música e internet.Ao escrever tive enorme sorte de encontrar alguns integrantes do Móveis Coloniais de Acaju na Saraiva da Paulista, uma banda que tem muito a ver com isso, pois disponibilizou o seu mais novo cd na íntegra para download na internet.]

My Space, Tramavirtual, LastFM. É por meio de perfis criados nessas comunidades musicais na internet que muitos artistas conquistam o tão sonhado sucesso, ou pelo menos, ficam mais próximo dele. Tais comunidades e outras ferramentas como Orkut, Twitter e Fotolog, funcionam como atalhos para que suas músicas cheguem mais facilmente às pessoas, pois faz parte da rotina de uma porção cada vez maior de usuários da web - principalmente os jovens - fazer download de músicas, vídeos ou imagens.
A banda Móveis Coloniais de Acaju, recentemente disponibilizou o seu novo albúm, "C_mpl_te", para download, no site da tramavirtual. Criada em Brasília, em 1998, e formada por nove integrantes, faz uma mistura de instrumentos como sax barítono, teclado, flauta transversal, trombone, sax tenor, guitarra e baixo, e sabe que a
internet é uma ferramenta poderosa quando se trata de atingir o público, mas acredita que ela sozinha não basta para o sucesso acontecer. " Com a internet, muitas pessoas se interessaram pelo nosso som. Nossos shows sempre são lotados e temos um retorno muito grande do público. Porém, na internet atingimos determinados nicho que busca por uma música mais alternativa, e a única maneira de atingir um público maior, é participando de programas de grandes emissoras e tocando em rádios", afirma André Gonzales, 26, vocalista da banda. Em São Paulo, desde o dia 21 para a realização de shows no Sesc Pompéia, o grupo permanece na cidade para a gravação de mídia para a MTV e para o canal pago MultiShow. De acordo com André, participar desses programas é muito importante e esse tipo de chance surge devido ao espaço que a banda já conquistou com a internet." Conseguimos alcançar de 2005 para cá, um espaço importante devido a internet. É uma ferramenta que não dá para deixar de lado hoje em dia, todas as novas bandas devem ficar atentas a isso.", diz André.
As novas bandas já estão sentindo a necessidade de utilizar a internet para divulgar o seu trabalho. Romário Melo, 21, vocalista da banda paulistana de indie rock, Balaclava, diz que seria um atraso para a banda não usar a ferramenta, sendo que pode divulgar o seu trabalho sem sair de casa e atingindo um número maior de pessoas."Vejo a importância da internet para a música quando me lembro do último cd que comprei. Foi o Diorama, do Silverchair, e já faz um bom tempo. Agora, se for pra lembrar da última vez que baixei, foi ontem, um do The Smashing Punkins. Consumo muito material pela web, e sei que quem gosta do mesmo estilo de música que a minha banda faz, também.", diz.
Para André Henrique Mitherhofer, 25, vocalista da banda paulistana se Screamo Teodora, sem a internet seria muito difícil para a banda, já que toda a divulgação e contatos para show são estabelecidos através dela. Para ele, essa divulgação tem seu lado negativo, pois acredita que para uma banda virar um fenômeno da rede só precisa tirar uma boa foto. "Hoje em dia a mulecada não aprecia o som e sim o visual.", afirma.

Seja assim e faça sucesso!

domingo, 26 de julho de 2009 às 12:09 PM

E hoje ouvindo algumas rádios fiquei me perguntando: Como alguêm que gosta de rock pode sobreviver com essas músicas que tocam atualmente? Falando especificamente das nacionais, tenho a impressão de que nos últimos anos a "onda emo" nos deu várias bandas que possuem integrantes ligados em venderem imagem e se esquecem de seu principal objetivo: fazer boa música.
Com seus cortes de cabelos diferentes, roupas "in" e cara de mau, muitos chegam às paradas de sucesso com um talento musical a desejar. A foto acima, mostra a banda Cine, um tipo clássico disso. Tentei ,de verdade, ouvir as músicas da banda e procurar algo bom, porém só consigo dar risada do ritmo cansativo e letras vazias.
Não nego que há alguns anos eu era uma 'groupie' de bandas como Nxzero, Fresno, Glória, Granada (só pra citar umas conhecidas), mas tenho certeza de que a música foi o meu último critério para tanto e depois de um tempo e mais crescidinha vejo que elas já não tem mais espaço no meu MP3.
Durante algum tempo fiquei sem ouvir bandas nacionais, procuro sempre por coisas novas e por aqui não conseguia encontrar isso.Porém, até que ultimamente tenho escutado muita coisa made in Brazil como Moptop, Vanguart, Ludov, Móveis Coloniais de Acaju, Pública, Aditive.
Ainda existem algumas rádios que consigo ouvir sem mudar de estação muito rápido xP. A Nova Brasil é uma delícia de ouvir e digo isso como grande fã de MPB; a OI Fm toca boas músicas (quando vc a sintoniza no momento certo) e a Brasil 2000 sempre trás muita coisa nova na sua programação.
Na TV gosto e indico o programa Edgar no Ar, transmitido pelo canal pago Multishow e apresentado por Edgar Picolli, apresenta toda semana duas bandas da nova cena. Nessa semana Vanguart e Garotas Suecas foram a bola da vez.
Bem, se for pra ouvir Cine e cia, prefiro continuar absoleta de novas bandas e de rádio, meu Mp3 por si só anda dando conta do recado.

Por que Jornalista?

terça-feira, 21 de julho de 2009 às 3:22 PM
Como este é o meu primeiro post, farei uma breve apresentação.
Me chamo Tamires de Souza Crispim, tenho 18 anos, moro em Barueri-SP sou estudante de jornalismo pelo Mackenzie (estou no 2º sem.), e devido a isso sei que preciso ter um lugar onde escrever, sobre o que eu ainda não sei dizer; sinto que esse blog será um mix das coisas que eu mais gosto, pretendo escrever sobre os mais variados assuntos, fatos cotidianos e principalmente música, uma das minhas grandes paixões.
Creio ser legal aproveitar para falar sobre o porque eu escolhi fazer jornalismo.
Quando criança já quis ser tanta coisa,(tá legal, essa é uma coisa bem comum haha). Atriz, bióloga, bancária e téc. de informática já foram algumas das profissões que já fizeram parte do meu sonho. Logo no 1º ano do colegial, a ideia de ser jornalista me chamou a atenção, via nessa profissão a capacidade de mudar o mundo, pois comecei a ver a informação como uma arma poderosa diante de tantos problemas que o mundo enfrentou, enfrenta e enfrentará. E após 3 anos esse meu fascínio pela profissão não mudou, embora todos os mitos sobre o glamour de ser um jornalista tenham sido exterminados. É uma profissão difícil, como tantas outras, mas creio que com um grande esforço a gente acabe conquistando uma carreira legal. Atualmente pretendo ser repórter televisiva, da área cultural, trabalhar com música até o momento seria uma grande satisfação pra mim. Mas sei que com o tempo, aprendendo coisas novas na faculdade, ideias e oportunidades surjam no caminho, o que me faz ter o meu futuro como incerto. São tantos os meus sonhos e vontades que não caberá em um único post. Pouparei a sua leitura nesse momento :] Espero que volte sempre por aqui, pretendo fazer desse blog um cantinho agradável.

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