(500) Days Of Summer

domingo, 15 de novembro de 2009 às 4:09 PM





E digamos que hoje uma comédia romântica me surpreendeu! Cansada de todas que sempre usavam as mesmas formúlas, confesso que entrei na sessão do filme com um pé atrás, mesmo após ter visto um trailler que me chamou (e muito) a atenção. O fato é que o filme dificilmente decepcionará os amantes do genêro.
A frase inicial do longa já nos deixa claro que ele ao menos tenta ser o mais honesto possível sobre um tema tão abstrato como o amor : "O filme a seguir é uma história de ficção. Qualquer semelhança com pessoas vivas ou mortas é mera coincidência. Especialmente você Jenny Beckman. Vaca"
Na história, que relata os 500 dias do titulo, Joseph Gordon-Levitt vive Tom, um criador de cartões comemorativos, em busca do amor de sua vida. No escritório ele conhece a bela Summer , interpretada pela  Zooey Deschanel. Os dois desenvolvem um relação, mas há um problema: ela não acredita no amor, a ponto que ele, embalado por filmes e canções românticas desde criança, acredita veemente.
Introduzidos à história envolvidos por uma trilha sonora maravilhosa, ao som de Us, da Regina Spectror, de cara nos apaixonamos pelos personagens que por uma hora e meia nos farão torcer, sorrir, se emocionar, pensar e até mesmo chorar. A principal caracteristica do filme, é que ele é ( de uma maneira limitada) inovador no genêro.
Quebrando muitos clichês, o filme conta de uma maneira bem humorada as desventuras de um jovem que pensa ter conhecido o amor da sua vida. As crises em que ele se encontra são tão reais, que muitos na platéia se identificam de cara. O modo fragmentado de se narrar a história foi um acerto.
Na opinião do crítico Èrico Borgo, o Diretor estreante em longas, Marc Webb usa sua experiência em contar histórias curtas em videoclipes para imprimir um ritmo todo particular à produção. Ele pega os dezesseis meses da história de Tom e Summer e os recorta, apresentando-os de maneira não linear. Momentos bons, ruins e comuns alternam-se agrupados por eventos, mostrados pela perspectiva de Tom.
Embalado por um trilha sonora espetacular ( além da  fofíssima Regina Spektor, temos  The Smiths, Wolfmother, Carla Bruni, Feist, Black Lips e até Hall & Oates, com a ensolarada You Make My Dreams ) 500 dias com ela conta uma história contagiante de uma maneira mais contagiante ainda. 
Fica a dica.


O amor é feio?

quinta-feira, 22 de outubro de 2009 às 5:56 PM

Que pretensão a minha pensar que havia aprendido algo que é impossível: controlar meus sentimentos!
Por um tempo, até que foi fácil me enganar, mas talvez embalada por filmes românticos e as baladinhas mais fofas dos Beatles, percebi o qual difícil é realizar essa façanha.
Uma pessoa inesperada , um momento inesperado, mas de um jeito muito esperado!Um sorriso, um detalhe, uma coicidência, uma aparência,  uma pequena falta de ar, um comentário descritivo de um olhar ou de uma pavalavrinha trocada vira um relato encantado para as amigas, e pronto, todo o controle se vai por água abaixo!
O difícil é não pensar em como ter aquele ser mais perto de ti, de fazer parte da vida dele, porque de alguma maneira ele já faz parte da sua! Vontade de conhecer o desconhecido que você já sabe de cor... ou pensa que sabe!
Porque é tão bom e tão ruim ao mesmo tempo estar nessa situação? 
Só sei que derrepente tudo parece certo e errado ao mesmo tempo, e eu não sei bem como me comportar em determinadas situações!
Pensei ter maturidade o suficiente para encarar esse tipo de coisa, mas sei que é algo que nem com 50 anos eu vou saber compreender, porque não existe formúla, essas coisas simplismente acontecem, e quando acontecem podem ou não serem pra valer... é tudo muito relativo, portanto, complexo, complicado, e ao mesmo tempo, lindo, inspirador e capaz de fazer ebrotar sorrisos em qualquer situação!e
Enfim, é só o tempo que vai dizer o que irá acontecer...
O difícil é aguentar esse tempo passar sem deixar a cabeça em pleno estado de confusão, indecisão e dúvidas! Você não consegue mais cumprir promessas que fez a si mesma há algum tempo e tudo parece mais obscuro do que parece!

Mas o tempo dirá, disso tenho certeza!

Modos de olhar...

segunda-feira, 12 de outubro de 2009 às 4:12 PM

O que significa o dia da criança para quem não é mais tão criança assim?

Okay, tirando o sentido comercial dessa data, não é engraçado lembrar que quando éramos menores gostávamos tanto desse dia? Sei que isso pode ser meio óbvio, mas, porque não existe o dia do adolescente, do adulto? xP
Me lembro de como me via dos meus 6 aos 12 anos mais ou menos... eu era tão insegura, tola, boba ( o que praticamente toda criança nessa idade é xP), mas fico meio triste quando lembro a maneira com a qual me via, sempre me menosprezando por não ser igual as menininhas de pele clara, cabelos lisos e com namoradinhos! Haha, como eu era engraçada! Certo que demorou um tempo para que eu realmente me amasse da maneira que eu sou...
Acho que devido a esse sentimento de inferioridade que sentia, depois decidi que sempre ia querer me destacar e ser diferente de alguma maneira. Não foi fácil, mas me lembro que foi lindo descobrir que não era melhor nem pior do que as outras crianças, e que éramos, sim, diferentes, e o que nos tornariam melhores um dos outros eram nossas ações, nossas qualidades e afins. A partir daí aprendi a ser " a neguinha metida " haha,  por saber que era melhor do que muitos daqueles babacas simplismente pelo o que eu era, e hoje, o futuro o qual estou dando para a minha humilde vidinha não me faz pensar o contrário! Hoje amo tanto minha cor, e me acho incrivelmente linda ( ahh, pelo menos bonitinha eu sou vai ).
Estar me tornando adulta não está sendo lá tão legal quando eu pensei que seria quando era criança... Pensava que com 18 anos já seria livre pra fazer o que eu bem entendesse, pensar e me expressar da mesma maneira, mas hoje com 19, vejo que o mundo sempre tenta segurar nossos impulsos, e por mais que você tente, você sempre terá de seguir uma certa tendência, e que o diferente acaba sempre se qualificando em uma classificação de igual.
O fato é que o mundo é grande, são muitas as pessoas que nele habitam e pouso o tempo para ficar lamentando.

Vamo que vamo, que atrás vem gente, muita gente.

"You say you want a revolution...

domingo, 4 de outubro de 2009 às 3:41 PM

... Well, you know, we all want to change the world!"  ( Revolution - The Beatles )



Revolução. É o que eu, e imagino que muita gente deseja fazer pelo menos uma vez na sua vida.
Será tudo uma questão de ponto de vista e opinião? Bem, meus pequenos conhecimentos não 
me fazem capaz de responder a esta questão, e deve ser esse o motivo pelo qual eu me sinto 
tão impotente em determinadas situações. Sempre fui uma pessoa com muitos sonhos, mas
também sempre corri muito atrás das realizações de todos eles. Hoje, com 19 anos, me sinto
uma pessoa vitoriosa, com conquistas consideráveis até. Mas do nada, tudo o que parece 
estar na mais perfeita ordem, se torna ( aparentemente) errado, e surge uma necessidade do
novo, desconhecido.
E dessa maneira, pequenas coisas que saem do seu controle, transformam vários setores da sua 
vida: não ter aquela grana pra fazer uma viajem legal no final do ano e nem pra bancar o ingresso 
daquele show dos seus sonhos, ter limites que até então você não tinha, se sentir presa em um 
lugar onde você julgava ser livre e tentar controlar até seus pensamentos, que de certa maneira,
podem não ser os mais corretos.
É difícil saber diferenciar todas as coisas que são pra se manter ou pra se mudar...
E é nesses momentos que eu queria voltar a aquela criança boba, inocente e feliz... 
não gosto nem um pouco dessa complicada vida de adolescente-adulto, mas não há como 
fugir, fato.
E se aquilo que você julga ser uma revolução não for um resolução para aquilo que você considera
um problema?
É tenso, é tenso.

Let it be.

sexta-feira, 2 de outubro de 2009 às 8:59 PM





E ao som de Beatles eu escrevo o primeiro post do meu mais novo blog, de número desconhecido. Engraçado, mas sempre escrevo uma, duas ou até três vezes e esqueço que isso existe. A confusão de minhas ideias mistura-se com as palavras e não considero nada do que escrevo digno de ser lido. Porém, vamos tentar novamente. Meus últimos pontinhos positivos nas aulas de Construção de narrativas me encorajaram a escrever livremente (fato), e talvez a solução seja escrever o que realmente me der na telha, não? Bem, pois é isso que pretendo fazer daqui pra frente. Dessa vez vou dispensar o post de apresentação, já que pretendo me mostrar aos poucos a cada post.
Bem, falando de algo pertinente, hoje recebemos a notícia de que o Rio, nosso grande Rio de Janeiro, sediará as Olimpiádas de 2016! Que alegria, mais uma vez, faremos de tudo ( obras, mudanças, projetos ) para mostrar ao mundo que o nosso país também pode fazer parte da "nata" dos países ricos! Mas no fundo, eu acho engraçado toda essa pose, queremos tanto mostrar que somos o melhor para os outros, que esquecemos que o principal é ser melhor para nós mesmos, suprindo pequenas necessidades da maior parte da população, o que pra mim sim, seria uma grande vitória! Mas enfim, espero que essa conquista seja boa para o país de uma maneira ampla!
Momento opinião do dia OFF!
E que venha o final de semana que era pra ser o do ENEM mas não vai ser, pra alegria de muita gente, como de alguns amigos que não tinham se preparado bem para a prova. Como sempre digo, há males que vem para o bem, sempre.

A Internet mudou o tom.

terça-feira, 28 de julho de 2009 às 8:57 PM

[Estou postando uma pequena matéria que escrevi na faculdade sobre música e internet.Ao escrever tive enorme sorte de encontrar alguns integrantes do Móveis Coloniais de Acaju na Saraiva da Paulista, uma banda que tem muito a ver com isso, pois disponibilizou o seu mais novo cd na íntegra para download na internet.]

My Space, Tramavirtual, LastFM. É por meio de perfis criados nessas comunidades musicais na internet que muitos artistas conquistam o tão sonhado sucesso, ou pelo menos, ficam mais próximo dele. Tais comunidades e outras ferramentas como Orkut, Twitter e Fotolog, funcionam como atalhos para que suas músicas cheguem mais facilmente às pessoas, pois faz parte da rotina de uma porção cada vez maior de usuários da web - principalmente os jovens - fazer download de músicas, vídeos ou imagens.
A banda Móveis Coloniais de Acaju, recentemente disponibilizou o seu novo albúm, "C_mpl_te", para download, no site da tramavirtual. Criada em Brasília, em 1998, e formada por nove integrantes, faz uma mistura de instrumentos como sax barítono, teclado, flauta transversal, trombone, sax tenor, guitarra e baixo, e sabe que a
internet é uma ferramenta poderosa quando se trata de atingir o público, mas acredita que ela sozinha não basta para o sucesso acontecer. " Com a internet, muitas pessoas se interessaram pelo nosso som. Nossos shows sempre são lotados e temos um retorno muito grande do público. Porém, na internet atingimos determinados nicho que busca por uma música mais alternativa, e a única maneira de atingir um público maior, é participando de programas de grandes emissoras e tocando em rádios", afirma André Gonzales, 26, vocalista da banda. Em São Paulo, desde o dia 21 para a realização de shows no Sesc Pompéia, o grupo permanece na cidade para a gravação de mídia para a MTV e para o canal pago MultiShow. De acordo com André, participar desses programas é muito importante e esse tipo de chance surge devido ao espaço que a banda já conquistou com a internet." Conseguimos alcançar de 2005 para cá, um espaço importante devido a internet. É uma ferramenta que não dá para deixar de lado hoje em dia, todas as novas bandas devem ficar atentas a isso.", diz André.
As novas bandas já estão sentindo a necessidade de utilizar a internet para divulgar o seu trabalho. Romário Melo, 21, vocalista da banda paulistana de indie rock, Balaclava, diz que seria um atraso para a banda não usar a ferramenta, sendo que pode divulgar o seu trabalho sem sair de casa e atingindo um número maior de pessoas."Vejo a importância da internet para a música quando me lembro do último cd que comprei. Foi o Diorama, do Silverchair, e já faz um bom tempo. Agora, se for pra lembrar da última vez que baixei, foi ontem, um do The Smashing Punkins. Consumo muito material pela web, e sei que quem gosta do mesmo estilo de música que a minha banda faz, também.", diz.
Para André Henrique Mitherhofer, 25, vocalista da banda paulistana se Screamo Teodora, sem a internet seria muito difícil para a banda, já que toda a divulgação e contatos para show são estabelecidos através dela. Para ele, essa divulgação tem seu lado negativo, pois acredita que para uma banda virar um fenômeno da rede só precisa tirar uma boa foto. "Hoje em dia a mulecada não aprecia o som e sim o visual.", afirma.

Seja assim e faça sucesso!

domingo, 26 de julho de 2009 às 12:09 PM

E hoje ouvindo algumas rádios fiquei me perguntando: Como alguêm que gosta de rock pode sobreviver com essas músicas que tocam atualmente? Falando especificamente das nacionais, tenho a impressão de que nos últimos anos a "onda emo" nos deu várias bandas que possuem integrantes ligados em venderem imagem e se esquecem de seu principal objetivo: fazer boa música.
Com seus cortes de cabelos diferentes, roupas "in" e cara de mau, muitos chegam às paradas de sucesso com um talento musical a desejar. A foto acima, mostra a banda Cine, um tipo clássico disso. Tentei ,de verdade, ouvir as músicas da banda e procurar algo bom, porém só consigo dar risada do ritmo cansativo e letras vazias.
Não nego que há alguns anos eu era uma 'groupie' de bandas como Nxzero, Fresno, Glória, Granada (só pra citar umas conhecidas), mas tenho certeza de que a música foi o meu último critério para tanto e depois de um tempo e mais crescidinha vejo que elas já não tem mais espaço no meu MP3.
Durante algum tempo fiquei sem ouvir bandas nacionais, procuro sempre por coisas novas e por aqui não conseguia encontrar isso.Porém, até que ultimamente tenho escutado muita coisa made in Brazil como Moptop, Vanguart, Ludov, Móveis Coloniais de Acaju, Pública, Aditive.
Ainda existem algumas rádios que consigo ouvir sem mudar de estação muito rápido xP. A Nova Brasil é uma delícia de ouvir e digo isso como grande fã de MPB; a OI Fm toca boas músicas (quando vc a sintoniza no momento certo) e a Brasil 2000 sempre trás muita coisa nova na sua programação.
Na TV gosto e indico o programa Edgar no Ar, transmitido pelo canal pago Multishow e apresentado por Edgar Picolli, apresenta toda semana duas bandas da nova cena. Nessa semana Vanguart e Garotas Suecas foram a bola da vez.
Bem, se for pra ouvir Cine e cia, prefiro continuar absoleta de novas bandas e de rádio, meu Mp3 por si só anda dando conta do recado.

Por que Jornalista?

terça-feira, 21 de julho de 2009 às 3:22 PM
Como este é o meu primeiro post, farei uma breve apresentação.
Me chamo Tamires de Souza Crispim, tenho 18 anos, moro em Barueri-SP sou estudante de jornalismo pelo Mackenzie (estou no 2º sem.), e devido a isso sei que preciso ter um lugar onde escrever, sobre o que eu ainda não sei dizer; sinto que esse blog será um mix das coisas que eu mais gosto, pretendo escrever sobre os mais variados assuntos, fatos cotidianos e principalmente música, uma das minhas grandes paixões.
Creio ser legal aproveitar para falar sobre o porque eu escolhi fazer jornalismo.
Quando criança já quis ser tanta coisa,(tá legal, essa é uma coisa bem comum haha). Atriz, bióloga, bancária e téc. de informática já foram algumas das profissões que já fizeram parte do meu sonho. Logo no 1º ano do colegial, a ideia de ser jornalista me chamou a atenção, via nessa profissão a capacidade de mudar o mundo, pois comecei a ver a informação como uma arma poderosa diante de tantos problemas que o mundo enfrentou, enfrenta e enfrentará. E após 3 anos esse meu fascínio pela profissão não mudou, embora todos os mitos sobre o glamour de ser um jornalista tenham sido exterminados. É uma profissão difícil, como tantas outras, mas creio que com um grande esforço a gente acabe conquistando uma carreira legal. Atualmente pretendo ser repórter televisiva, da área cultural, trabalhar com música até o momento seria uma grande satisfação pra mim. Mas sei que com o tempo, aprendendo coisas novas na faculdade, ideias e oportunidades surjam no caminho, o que me faz ter o meu futuro como incerto. São tantos os meus sonhos e vontades que não caberá em um único post. Pouparei a sua leitura nesse momento :] Espero que volte sempre por aqui, pretendo fazer desse blog um cantinho agradável.

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